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VEJA AQUI QUAIS SERÃO AS EXPOSIÇÕES DA FUNDAÇÃO D. LUÍS, A INAUGURAR NOS PRÓXIMOS MESES
E. S. CASCAIS
Colectiva dos Alunos de Artes 4 de maio a 19 de maio
Exposição de Trabalhos de Desenho, Pintura, Escultura e Cerâmica dos Alunos de Artes do 10º, 11º e 12º anos da Escola Secundária de Cascais, pertencente ao Agrupamento de Escolas de Cascais
JOSÉ LUÍS TINOCO
Pintura e Desenho Inauguração 10 de maio às 21h30
11 de maio a 7 de julho
Imagem do atelier
Natural de Leiria (1932), formou-se em arquitectura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Paralelamente ao exercício da profissão de arquitecto participou na evolução da música de jazz no nosso país como pianista do quarteto do Hot Clube de Portugal e como compositor e autor de canções e música instrumental para cinema, rádio e televisão. Tem vários discos editados. Começou a expor pintura com regularidade na década de oitenta. À sua actividade de pintor tem associada a ilustração, cartoon e artes gráficas. Criou mais de 200 selos postais para os CTT. Dedicou-se igualmente ao design de mobiliário, cenários e figurinos para bailado. Fez uma breve abordagem à foto-animação. O seu trabalho está representado em colecções públicas e privadas no país e no estrangeiro. Foi várias vezes premiado.
PANTOJA ROJÃO
Pintura Inauguração 24 de maio às 21h30
25 de Maio a 14 de julho
Pantoja Rojão nasceu em Évora em 1943. Médico em Lisboa, dedica-se à pintura como autodidacta há 25 anos . Foi sócio da Sociedade Nacional de Belas Artes e Membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Escritores Artistas Médicos (1994-1998).
MARIA OLIVEIRA
Chama-me de Preposição Inauguração 8 de junho às 11h30
8 de junho a 14 de julho
É a própria artista que define o seu trabalho presente na exposição do Centro Cultural de Cascais: " O trabalho centrou-se no objectivo de dar corpo aos artefactos que pudessem ser lidos, sentidos como o resultado de um processo que se pretende ensaiar em um outro modo de olhar e perspectivar as questões: identidade, realidade, construção, desconstução. Questões essas, que embora a sua relevância seja fruto de uma cultura, de um tempo, continuam a ser pertinentes e estimulantes, mais ainda, quando descontaminadas de um sentido anistórico ou universal"
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