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António d'Orey Capucho
Presidente da Fundação D. Luís I
Conquanto colaborando estreitamente com a Câmara Municipal, e dela recebendo os incentivos adequados a uma cooperação cujos frutos estão à vista, a Fundação D. Luís I fez sempre jus à sua autonomia de pessoa colectiva de direito privado, trilhando caminhos próprios e assumindo as responsabilidades de uma programação anual pautada por padrões de exigência e de excelência coerentes com a letra e o espírito dos seus estatutos: “criar, desenvolver, acolher, divulgar e acessibilizar a cultura no Concelho de Cascais”.
Particularmente relevante a sua acção na divulgação das Artes Plásticas, com a exibição, em Cascais, de obras de alguns dos nomes mais importantes da pintura, escultura, fotografia e gravura, a Fundação orgulha-se de ter consolidado neste domínio parcerias com instituições nacionais e estrangeiras que lhe garantiram um fluxo de eventos considerável e, no caso das segundas, a assinatura de protocolos e o estabelecimento de acordos que asseguraram apreciáveis ganhos de reciprocidade e prestígio além fronteiras.
A história da Fundação está, pois, intimamente relacionada com acontecimentos que marcaram decisivamente a oferta cultural no Concelho e exprime de maneira inequívoca o empenho posto na criação de um pólo de atracção agora enriquecido com a criação do Serviço Cultural e Educativo, cuja acção pedagógica se desenvolve principalmente junto da população escolar, incrementando nesta o gosto pelas artes plásticas a partir do trabalho pedagógico realizado em torno das exposições organizadas no Centro Cultura de Cascais.
Enquanto Presidente da Fundação quero exprimir a minha satisfação pelo esforço realizado por uma instituição que honra a Cultura e dignifica o Concelho, como tem vindo a ser devidamente reconhecido tanto pelos visitantes do Centro Cultural de Cascais, como pelos artistas representados nas exposições e pela crítica especializada que sobre elas se tem pronunciado.
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